Costumávamos evitar lectinas e fitatos. Agora, alguns pesquisadores de 2.026 afirmam que essas toxinas são, na verdade, estressores horméticos que preparam nosso sistema imunológico. Se sim, qual é a zona do Cachinhos Dourados? Por que uma pessoa tem um intestino permeável de um tomate enquanto outra tem um sistema imunológico estimulado?
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Lectinas e fitatos não são simplesmente “toxinas” ou “superalimentos” – são compostos bioativos que podem atuar como estressores leves. Em pequenas quantidades, dentro de um ambiente intestinal saudável, eles podem estimular as respostas adaptativas (melhorado sinalização antioxidante, mudanças na diversidade microbiana, modulação imunológica). Esse é o conceito de hormesis. A “zona dourada” depende da integridade da barreira intestinal, composição do microbioma, sensibilidade genética genética, carga inflamatória total e métodos de preparação de alimentos (molhar, cozinhar reduz a atividade da lectina). Alguém com imunidade robusta e imunidade mucosa e microbiota diversificada podem tolerar bem os tomates, enquanto alguém com SII, disbiose ou reatividade imunológica aumentada pode apresentar sintomas. A diferença não é o tomate sozinho – é o contexto biológico em que ele entra.






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